Agrobit Brasil 2024
ONDE: Londrina, PR
11 e 12 de novembro de 2024
QUERO SABER MAISTodo mundo tem falado em hidrogênio verde. Mas ainda tem pouca gente que sabe o que é e como ele poderá ser uma saída para diminuir a poluição e os gases de efeito estufa. Com potencial de geração energética três vezes maior que a gasolina, o combustível pode ser utilizado na indústria e no transporte e, consequentemente, na redução das emissões.
O processo de produção para retirar o hidrogênio (H2) da água (H2O) utiliza energia elétrica. E para ter a denominação ‘verde’, tem que vir de fontes renováveis. Também é possível retirar o hidrogênio do petróleo, gás, carvão… Mas aí ele deixa de ajudar a descarbonização.
Saiba aqui quais os tipos de hidrogênio que existem:
O hidrogênio verde pode ser produzido a partir de eletrodos submersos, que criam uma corrente elétrica contínua, que separa o hidrogênio do oxigênio presente na água. Depois, o hidrogênio (na forma gasosa) é armazenado de forma comprimida em recipientes específicos, o que possibilita seu transporte para os locais onde será utilizado. Isso gasta muita energia elétrica. Por isso, para que o gás resultante seja considerado sustentável (verde), é essencial usar eletricidade de fontes renováveis. O custo da energia é determinante para viabilizar a produção de hidrogênio.
O processo é ainda muito caro, mas segundo estudo da Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena), é possível fazer com que o custo atual do hidrogênio verde caia de US$ 6 por quilo para cerca de US$ 1 a US$ 2 por quilo até 2030.
Projetos produtivos e pesquisas acadêmicas tentam colocar o país no mapa mundial do gás sustentável, apontado como o combustível do futuro. O Brasil está fazendo um esforço para entrar no mapa global de produção de H2V (H2 de hidrogênio e V de verde), combustível limpo com potencial para atender demandas do setor elétrico e automotivo com baixo impacto ambiental. Até o final deste ano, a EDP Brasil, uma das empresas líderes do setor de energia no país, planeja iniciar as atividades em uma unidade-piloto de produção de H2V em São Gonçalo do Amarante, no Ceará.
Principais fontes: Ministério de Minas e Energia (MME); Canal da Energia; Revista Pesquisa Fapesp (maio2022).
Foto: Pexels.
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